Os Doze pontos para intervir num sistema foram propostos por Donella Meadows, uma cientista preocupada com o ambiente. Os pontos de alavancagem, primeiramente publicados em 1997, foram inspirados pela sua participação em uma reunião do NAFTA onde ela reconheceu que um sistema enorme estaba sendo proposto porem as alavancas para controle eram muito pequenas.
Meadows, que trabalhara no campo de analise de sistemas, propus uma escala de locais onde intervir em um sistema. Entendimento e manipulação destas alavancas é um aspecto de auto-organização e pode levar a inteligência coletiva.
Ela começou com a observação de que existem alavancas, ou locais dentro de um sistema complexo (como uma empresa, uma cidade, uma economia, um ser vivo, um ecossistema, uma ecoregião) onde uma "pequena mudança em uma coisa podem produzir grandes mudanças em tudo" ((comparação: restrição no sentido de teoria das restrições).
Ela declarava que precisamos saber sobre estas alavancas, onde elas estão e como usar elas. Ela diz que a maioria das pessoas sabem onde estes pontos estão instintivamente, mais tendem a ajustar eles na direção errada.
Este entendimento ajudaria a solucionar problemas globais como desemprego, fome, estagnação económica, poluição, depredação de recursos.
Ela descreve um sistema como estando em certo estado, e contendo um estoque, com entradas (quantidades entrando no sistema) e saídas (quantidades saindo do sistema). Em um dado momento, o sistema esta em um certo estado. Também deve haver uma meta para o sistema estar em certo estado. A diferenças entre o estado atual e a meta é a discrepância.