| Foi proposta a fusão deste artigo ou secção com: Ovócito II. |
Os ovócitos ou oócitos, são células germinativas femininas ou células sexuais produzidas nos ovários.
São células que intervêm num processo fisiológico feminino denominado oogénese (ovogénese, oogênese ou ovogênese). Durante este processo formam-se dois tipos de oócitos, o Oócito I (oócito de 1ª ordem, ovócito I ou ovócito de 1ª ordem) e o Oócito II (oócito de 2ª ordem, ovócito II ou ovócito de 2ª ordem)
É a célula diplóide que resulta da fase crescimento da oogénese, que ocorre ainda durante a vida intra-uterina. Durante esta fase as Oogónias aumentam de volume devido à acumulação de substancias de reserva, levando a que se formem células de grandes dimensões, os Oócitos I.
É uma célula formada, juntamente com o 1º glóbulo polar, a partir da meiose I (1º divisão da meiose ou divisão I da meiose) de um oócito I, durante a fase maturação da oogénese. Como a citocinese que ocorre no fim desta divisão é desigual, origina uma célula de pequenas dimensões contendo no seu interior praticamente só o núcleo haplóide, o 1º glóbulo polar (que vai acabar por degenerar) e uma célula de grandes dimensões com praticamente todo o citoplasma do oócito I, o Oócito II (haplóide) que é possuidor de uma grande quantidade de vitelo.
Nos Seres Humanos, bem como na maioria dos mamíferos, o oócito II inicia a meiose II, mas pára-a na metafase II, altura em que ocorre então a ovulação [“expulsão” de um (ou vários, dependendo da espécie ou do “tratamento”) oócito II em metafase II do ovário para as trompas de Falópio]. A meiose só terminará se entretanto ocorrer a fecundação deste oócito II em metafase II, dando então origem ao óvulo e 2º glóbulo polar (que também degenera).