| [[Imagem:|310px|center]] | ||
| Olympic Airlines | ||
|---|---|---|
| IATA OA |
ICAO OAL |
Call sign Olympic |
| Fundada em | 1957 | |
| Encerrou atividades em | {{{fim das atividades}}} | |
| Principais centros de operações |
Atenas | |
| Outros centros de operações |
Salónica (Thessaloniki) | |
| Programa de milhagem | Icarus | |
| Serviço VIP | ||
| Aliança comercial | ||
| Frota | 41 aeronaves | |
| Destinos | 77 localidades | |
| Companhia administradora |
Olympic Airlines S.A. | |
| Sede | Atenas, Grécia | |
| Pessoas importantes | ||
| Sítio oficial | www.olympicairlines.com | |
A Olympic Airlines (Ολυμπιακές Αερογραμμές - OA) é a principal companhia aérea da Grécia. Tem a sua sede em Atenas, a partir de onde opera a maioria dos seus vôos regulares.
Índice |
A companhia foi criada em 1930 com o nome Icarus, no entanto faliu pouco tempo depois devido a graves problemas financeiros e ao limitado interesse por parte da Grécia na aviação comercial à época. Porém, mais tarde, foram criadas várias outras empresas estatais de aviação. Em 1951, existiam três companhias oficiais de aviação na Grécia que, devido a problemas financeiros, foram unidas numa só, a Hellenic National Airlines (T.A.E.).
Em questão de alguns anos, a nova e única empresa voltou a ter problemas financeiros. Em 1956, o Governo grego fez um acordo com o magnata Aristóteles Onassis, para vender a empresa. Concluído o acordo em 1957, nasceu uma nova empresa: a Olympic Airways (Ολυμπιακή Αεροπορία).
A partir desse ponto, a empresa cresceu e expandiu-se no mundo inteiro como empresa privada. No entanto, em 1973, um incidente mudou o rumo da companhia aérea. Alexander Onassis, filho de Aristóteles, morreu em um acidente aéreo e Onassis, arrasado, decidiu vender todas as suas acções da companhia aérea ao Estado.
Como empresa estatal, embora tenha crescido através da expansão da frota e da abertura de novas rotas pelo mundo, a empresa voltou aos resultados negativos, que foram acumulados ao longo das últimas décadas. A empresa sobreviveu com subsídios por parte do Estado grego, devido à sua importância para a Grécia e à imagem de sua marca.
Nos últimos anos foram tomadas muitas iniciativas para tentar encaminhar a empresa para resultados positivos, mas todas falharam. A última, que visava à reestruturação, foi feita em 2003. A empresa decidiu juntar todas as suas companhias subsidiárias (Macedonian Airlines – empresa de vôos charter, e Olympic Aviation – empresa de vôos regionais e inter-ilhas) e voar com um único nome, pelo qual a empresa é hoje conhecida, Olympic Airlines. No entanto, este processo pouco mudou ou melhorou os resultados. Nem a mudança para o novo Aeroporto Internacional de Atenas (em 2001), nem os Jogos Olímpicos de Verão de 2004 ajudaram a melhorar a imagem da empresa.
Uma tentativa de privatização em 2004 falhou e uma ajuda estatal de 500 milhões de euros foi declarada ilegal por parte da Comissão Européia.
Em meados de 2006, para evitar o fim da companhia, o Governo grego decidiu encomendar um plano de reestruturação à consultoria internacional Sabre Aviation Consulting Services. O plano envolvia relançar e privatizar a companhia, e o projecto é actualmente conhecido por Pantheon Airways (que eventualmente será o novo nome da companhia aérea). O Governo pretende continuar a ter influência nesta nova empresa, mas com uma participação minoritária. No entanto, este projecto foi parado.
Em finais de 2007, após várias queixas por parte de empresas aéreas privadas devido a fundos e subsídios por parte da Comissão Européia para a companhia, o governo grego decidiu declarar a empresa como falida e relançá-la em 2008 com metade de sua frota e focando apenas actividades para destinos gregos e de países vizinhos.
Neste momento, a companhia não voa para os dois países. Até o ano de 2006, a Olympic Airlines oferecia vôos para Lisboa via Roma, através de um acordo de partilha de códigos com a Tap Portugal. Todavia, este acordo terminou devido à assinatura de um acordo entre a Tap e a segunda maior companhia aérea grega, a Aegean Airlines.
Na década de 1990, a companhia aérea brasileira VASP voava semanalmente entre São Paulo e Atenas, tendo um acordo de partilha de códigos com a Olympic Airways. A rota foi, entretanto, suspensa quando a VASP entrou em dificuldades financeiras.